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“Para o amor, um banco de praça já basta. Ou ficar na frente de um portão. Ou uma xícara de café. Amor mesmo é um filme de baixo orçamento.”
— Fabrício Carpinejar.
“Para o amor, um banco de praça já basta. Ou ficar na frente de um portão. Ou uma xícara de café. Amor mesmo é um filme de baixo orçamento.”
— Fabrício Carpinejar.
superar problemas e adversidades
sem entrar em surto psicológico.
Você nunca sabe a força que tem,
até que sua única alternativa é
ser forte.
Leandro Rodrigues
Se você nasceu em um mundo onde você não se encaixa, é porque você nasceu para ajudar a criar um novo mundo.
Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo.
Só uma coisa a favor de mim eu posso dizer: nunca feri de propósito. E também me dói quando percebo que feri. Mas tantos defeitos tenho. Sou inquieta, ciumenta, áspera, desesperançosa. Embora amor dentro de mim não falte.
Te amar é exaustivo e doloroso, me desculpe, mas eu estou desistindo, depois de você claro, promessas e palavras são importantes para mim, ao contrário do que são para você.
Por exemplo, sabem que a maior parte da raça humana é uma grande merda. Eu poderia ficar em casa. Poderia trancar a porta e brincar com tintas ou qualquer coisa assim. Mas, de alguma forma, tenho que sair, e ter a certeza que toda a humanidade é uma grande merda. Como se fosse mudar…
Sabe aquelas amizades que antes mesmo de serem padronizadas não dão certo? Era assim que começou, ela sentava ao meu lado e eu achei seu cabelo legal. Mas não sua personalidade, nem a conhecia (nunca a conheci).
Nós duas fomos suprindo a necessidade de companhia, fomos contando sobre a nossa vida toda em longos meses.
Sua amizade me descoloria tanto que fiquei cinza, cinza de desamor, porém eu insistia na fases que ela mudaria. Como diz o garoto que fez questão em mostrar a sua segunda face para mim: “nunca mudou e nunca vai mudar”, isso me fez lembrar de todas as esperanças que coloquei em cima dela, mas nenhuma foi suprida.
Eu queria uma amiga, mas só encontrei restos, resto de alguém. E viver de metades, não quero.
Acabou tudo, meu encanto pelo R (o garoto que nos fez brigar), minha quase amizade com ela e felizmente não consigo sentir nada.
Nem dor, nem alívio, muito menos culpa, afinal, o nosso caminho já estava traçado para o fim, só prolongando a cada mês, mais especificamente, 7 meses.
Todos os dias uma decepção ela me trazia. Ora por um lado, ora por outro (gostava de tudo que eu gostava, fosse pessoas, cores, comidas e doces).
Amizade não é isso, sinceramente, nem quero.
Nem sinto.
“Queria te agradecer Por você ter gostado de mim Do jeito que sou… Por ter me aceitado Com meus defeitos E por saber também Elogiar minhas virtudes. Por me ensinar Que a cada dia Podemos recomeçar Por me fazer sentir Um alguém diferente E por eu saber Que sempre contigo Poderei contar.”
— Leandro Rodrigues
Eu mesma vivo me levantando e caindo de novo e me levantando. Não sei qual é o bem disso, sei que é essa forma confusa de vida que vivo.
